terça-feira, 23 de outubro de 2012
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Olhe Ao Redor
Clube de junkies
É a minha natureza
Amor sob medida
É a nomenclatura
Rejeite
A confusão em massa
Pé na estrada
Porque vamos continuar viajando
Duplique minha diversão
Duplique minha visão
Um olhar minucioso
Em minha última decisão
Agitação aqui
Agitação ali
Agite-me, vagabunda
E é melhor você ficar esperta
É emocional
E eu te disse isso
Mas você tinha que saber
Então eu te disse
Uma caminha traquila
Até o horizonte
Um grande acidente
Que ninguém morre
Essa é para os camaradas em Fayetteville
Irá dar certo se você acretidar
Olhe ao redor
Olhe ao redor
Olhe ao redor
Tudo ao redor
Tudo ao redor
Tudo ao redor
Olhe ao redor
Olhe ao redor
Olhe ao redor
Tudo ao redor
Tudo ao redor
É emocional
E eu te disse isso
Mas você tinha que saber
Então eu te disse
Por favor não me olhe diretamente assim
É de quebrar o coração
Quando você faz isso comigo
Vida nas ruas
Pela minha janela
A briza da cidade
Vai colidir com a minha pele
Um monte de palavras
Em uma velha parede de tijolos
Roubando vários bancos
Tem pedigree
Coloco meu parafuso
Na sua broca
Corremos por aí como se não estivéssemos nem aí
Quando me sinto insignificante e estou
Atingindo uma parede
Quero sentir tudo isso ao redor
Outro Lado
Por quanto tempo vou deslizar?
Eu saio de mim, eu não,
Eu não acredito que seja ruim
Cortar minha garganta
É tudo o que eu sempre...
Ouvi sua voz numa fotografia
Eu imaginei, e ela trouxe o passado de volta
Uma vez que você sabe, não há como voltar
Preciso levar para o outro lado
Séculos são o que me é destinado
Um cemitério onde me casei com o mar
Coisas mais estranhas nunca me fizeram mudar de ideia
Preciso levar para o outro lado
Levar para o outro lado
Levar, levar...
Levar, levar...
Despejo minha vida em um copo de papel
O cinzeiro está cheio e estou contando tudo
Ela quer saber se ainda sou um vagabundo
Preciso levar para o outro lado
Uma estrela escarlate está em minha cama
Uma candidata para minha alma-gêmea sangrou
Puxe o gatilho e puxe o fio
Preciso levar para o outro lado
Levar para o outro lado
Levar, levar...
Levar, levar...
Me excite, me leve para dar um passeio da pesada
Me queime e me deixe do outro lado
Eu grito e digo que
Ele não é meu amigo
Eu o destruo, eu o destruo
E então nasce de novo
Por quanto tempo vou deslizar?
Cortar minha garganta
É tudo o que eu sempre tive.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Eu quero apenas sentir o gosto do teu sangue
Eu sinto que não posso mais esperar
Eu necessito apenas do seu sangue
Ah meu pequenino fique em paz
Não vou lhe fazer nenhum mal
Só quero sentir esse sangue de menino mal
Eu sei que você quer
Então se entregue e deixe tudo no meu comando
Deixe - me acabar com sua dor e sofrimento
Se entregue e ti farei a pessoa mais feliz do mundo
Eu quero lhe trazer para a escuridão
E fazer de você meu escravo das trevas
Vamos!!!
De qualquer modo vamos arder no inferno
Então vamos aproveitar em quanto é tempo
Eu só quero fazer de você o meu escravo.
SEM MIM
SEM MIM

Deixou-me como flor sem vaso,
Espaço vago...
Arco-íris sem cor
Barco naufragado.
Deixou-me...
Assim, sem uma estrada...
Como um pássaro sem asas...
Chão sem terra,
Lago sem águas.
Deixou-me como ilha desolada
Céu sem estrelas,
Andarilho sem morada,
Palhaço sem palco...
Noites sem madrugadas.
Deixou-me assim...
Com sua porta fechada,
Como um fantasma...
Que ronda em forma de versos
Sem mim...
Sem nada.

Deixou-me como flor sem vaso,
Espaço vago...
Arco-íris sem cor
Barco naufragado.
Deixou-me...
Assim, sem uma estrada...
Como um pássaro sem asas...
Chão sem terra,
Lago sem águas.
Deixou-me como ilha desolada
Céu sem estrelas,
Andarilho sem morada,
Palhaço sem palco...
Noites sem madrugadas.
Deixou-me assim...
Com sua porta fechada,
Como um fantasma...
Que ronda em forma de versos
Sem mim...
Sem nada.
O Caminho do esquecimento
O Caminho do esquecimento

Doce e amargo é o esquecimento
Um caminho de roseiras com espinhos
Onde se caminha em passos lentos.
Longo é o sacrifício!
De quem almeja este sentimento.
Esquecimento!
É como tentar apagar estrelas
Neste imenso firmamento
É lançar aos quatro cantos do vento
A saudade e as recordações
Dos mais belos momentos.
O caminho do esquecimento é longo...
Para os que partem em busca de um alento.
É tormento e solidão,
É fuga sem um limite,
Um deserto em amplidão.
Esquecer é matar ou morrer,
Tentativas inconstantes
Dentro de um ser...
É correr contra o tempo,
É tentar sobreviver.
Esquecimento!
É lutar sem armas
Defender-se em julgamento,
Aprisionar-se sem juízo,
Senti-se indefeso.
O caminho do esquecimento é imenso
Como um oceano,
Naufragar em suas águas
É afogar-se em desencantos.
É esperança que se espera o tempo todo
Um caminho cheio de encruzilhadas,
Uma montanha que se escala até o topo.
Leni Martins

Doce e amargo é o esquecimento
Um caminho de roseiras com espinhos
Onde se caminha em passos lentos.
Longo é o sacrifício!
De quem almeja este sentimento.
Esquecimento!
É como tentar apagar estrelas
Neste imenso firmamento
É lançar aos quatro cantos do vento
A saudade e as recordações
Dos mais belos momentos.
O caminho do esquecimento é longo...
Para os que partem em busca de um alento.
É tormento e solidão,
É fuga sem um limite,
Um deserto em amplidão.
Esquecer é matar ou morrer,
Tentativas inconstantes
Dentro de um ser...
É correr contra o tempo,
É tentar sobreviver.
Esquecimento!
É lutar sem armas
Defender-se em julgamento,
Aprisionar-se sem juízo,
Senti-se indefeso.
O caminho do esquecimento é imenso
Como um oceano,
Naufragar em suas águas
É afogar-se em desencantos.
É esperança que se espera o tempo todo
Um caminho cheio de encruzilhadas,
Uma montanha que se escala até o topo.
Leni Martins
O Teu Silencio
O Teu Silencio

Corta-me o teu silêncio,
No meio do meu peito...
Como navalha amolada
Cortando aos poucos...
Cruel e gelada.
O teu silêncio me apaga
A única chama que me resta
A única luz que me arrebata
Um silêncio que me cala...
Que me amarra e sufoca
Na forca dos incompreendidos,
No nó que me enrosca.
O teu silêncio queima-me
Com febre de não te ouvir,
Arde como brasa dentro de mim,
Teu silêncio é como fogo
a me consumir.
E nas chamas deste teu silêncio
Resta-me falar por ti...

Corta-me o teu silêncio,
No meio do meu peito...
Como navalha amolada
Cortando aos poucos...
Cruel e gelada.
O teu silêncio me apaga
A única chama que me resta
A única luz que me arrebata
Um silêncio que me cala...
Que me amarra e sufoca
Na forca dos incompreendidos,
No nó que me enrosca.
O teu silêncio queima-me
Com febre de não te ouvir,
Arde como brasa dentro de mim,
Teu silêncio é como fogo
a me consumir.
E nas chamas deste teu silêncio
Resta-me falar por ti...
Solidão é...
Solidão
é...

Solidão é espaço vago no coração,
não tem fundo, nos afunda no abismo
da escuridão, é vazio cheio de despeito,
um buraco no peito, um deserto de amplidão.
Solidão é um silêncio medonho,
do tamanho do próprio ser, que enche
a alma muitas vezes sem um porquê.
Solidão é como um barco naufragado,
sem um porto para ancorar, que vagueia
sem rumo, perdido em alto mar.
Solidão é caminhar conversando com
própria sombra refletida, e na loucura
de cada passo saber que esta sombra
tem vida.
Solidão é chuva fina em dias de frio,
é observar da vidraça os pingos caindo
até se formarem um rio.
Solidão não tem chão,
não tem fundo,
é buraco profundo
criado no coração.
Solidão é flor sem perfume,
céu sem mar,
mar sem ondas,
noite sem luar,
é rastro desmanchado pelo vento
de um pássaro que já não pode
mais voar.

Solidão é espaço vago no coração,
não tem fundo, nos afunda no abismo
da escuridão, é vazio cheio de despeito,
um buraco no peito, um deserto de amplidão.
Solidão é um silêncio medonho,
do tamanho do próprio ser, que enche
a alma muitas vezes sem um porquê.
Solidão é como um barco naufragado,
sem um porto para ancorar, que vagueia
sem rumo, perdido em alto mar.
Solidão é caminhar conversando com
própria sombra refletida, e na loucura
de cada passo saber que esta sombra
tem vida.
Solidão é chuva fina em dias de frio,
é observar da vidraça os pingos caindo
até se formarem um rio.
Solidão não tem chão,
não tem fundo,
é buraco profundo
criado no coração.
Solidão é flor sem perfume,
céu sem mar,
mar sem ondas,
noite sem luar,
é rastro desmanchado pelo vento
de um pássaro que já não pode
mais voar.
Entre o amor e o ódio
Entre o
amor e o ódio

Entre o amor e o ódio
meu mórbido ser,
desfalecido e quase morto,
ainda luta pra viver
Metade luz,
a outra escuridão,
unidas em um só corpo,
em um mesmo coração.
Vida e morte...
Que guerrilham pra vencer,
O amor pela esperança,
O ódio é pra esquecer.
Se misturassem as duas partes,
uma sombra nasceria
e a paz tão esperada finalmente
eu encontraria.

Entre o amor e o ódio
meu mórbido ser,
desfalecido e quase morto,
ainda luta pra viver
Metade luz,
a outra escuridão,
unidas em um só corpo,
em um mesmo coração.
Vida e morte...
Que guerrilham pra vencer,
O amor pela esperança,
O ódio é pra esquecer.
Se misturassem as duas partes,
uma sombra nasceria
e a paz tão esperada finalmente
eu encontraria.
Desconhecida
Desconhecida

Não reconheço meu olhar...
Que há muito tempo se perdeu,
Nas curvas de uma estrada...
Nas encruzilhadas do meu eu.
Desconheço-me
Diante deste espelho...
Face de alguém oprimido,
Face de alguém em desespero.
Não me reconheço mais, me esqueço,
Sinto-me só...
Um espantalho da meia noite
Um punhado de pó.
Um ser omisso, sem voz.
Que não amanheceu com
A luz frouxa do nascer do sol.
Eu anoiteci, me esqueci...
Guardando-me para as estrelas
Não me reconheço mais...
Sou o fantasma da lua cheia.

Não reconheço meu olhar...
Que há muito tempo se perdeu,
Nas curvas de uma estrada...
Nas encruzilhadas do meu eu.
Desconheço-me
Diante deste espelho...
Face de alguém oprimido,
Face de alguém em desespero.
Não me reconheço mais, me esqueço,
Sinto-me só...
Um espantalho da meia noite
Um punhado de pó.
Um ser omisso, sem voz.
Que não amanheceu com
A luz frouxa do nascer do sol.
Eu anoiteci, me esqueci...
Guardando-me para as estrelas
Não me reconheço mais...
Sou o fantasma da lua cheia.
Calafrios
Calafrios

Transpiro de pavor, o medo me percorre a espinha...
Alastrando-se dentro de mim o calafrio que me habita.
Faz frio aqui dentro...
Pedra de gelo...
Holocausto e fobia.
Rezo um terço, rogo ave-maria
Com as mãos tremulas segurando as contas frias,
Dedilhando em cada prece, suando frio,
Clamando pela luz divina.
Calafrios...
Que me percorrem a espinha,
Pelas preces não ouvidas,
Querem calar meus lábios,
Secar minha boca fria.
O terror me imobiliza,
Imóvel eu fico buscando uma saída
Olhos paralisados no tempo
Lágrima congelada e aflita.
Choro sangue por dentro
Que me escorre pelas vísceras
A dor que emana em mim é cruel e ímpia.
Calafrios...
O Pai da Luz te excomunga
Para que a fé sobreviva...
Neste peito congelado
Que ainda resta vida.

Transpiro de pavor, o medo me percorre a espinha...
Alastrando-se dentro de mim o calafrio que me habita.
Faz frio aqui dentro...
Pedra de gelo...
Holocausto e fobia.
Rezo um terço, rogo ave-maria
Com as mãos tremulas segurando as contas frias,
Dedilhando em cada prece, suando frio,
Clamando pela luz divina.
Calafrios...
Que me percorrem a espinha,
Pelas preces não ouvidas,
Querem calar meus lábios,
Secar minha boca fria.
O terror me imobiliza,
Imóvel eu fico buscando uma saída
Olhos paralisados no tempo
Lágrima congelada e aflita.
Choro sangue por dentro
Que me escorre pelas vísceras
A dor que emana em mim é cruel e ímpia.
Calafrios...
O Pai da Luz te excomunga
Para que a fé sobreviva...
Neste peito congelado
Que ainda resta vida.
Cristal Polido

Quebre o cristal polido...
Neste meu peito de vidro,
Apague dos meus sentidos
A imagem do teu sorriso...
E leve contigo a miragem
O pó do meu castigo,
O deserto dos meus sonhos
E o meu tempo perdido.
Derrame sobre ti a taça de vinho
Do brinde não vivido,
Dos desejos Escondidos...
Lave tua alma com meu sangue escorrido
E vista o capuz...
Dos fingidos
Da soberba
Dos omissos
E prossiga em silêncio
no meu calar submisso,
que se esvai com o passar do tempo
deixando os teus vestígios.
Serpente
Serpente

Carrego em minha boca
o veneno da serpente,
que me escorre pela garganta
acumulado entre os dentes.
Tenho nas entranhas um misto de
sentimentos, a ira da víbora
que desliza em segredos, traiçoeira
e escondida aguardando meus desejos.
Carrego em meu peito
uma naja enrolada,
do lado esquerdo ela me prende,
do outro ela me abraça.
Controlando-a
a cada dia que se passa,
não deixando seu veneno
ultrapassar minha couraça.
E vou mantendo esta serpente...
não deixando o seu veneno se
destilar em minha mente.

Carrego em minha boca
o veneno da serpente,
que me escorre pela garganta
acumulado entre os dentes.
Tenho nas entranhas um misto de
sentimentos, a ira da víbora
que desliza em segredos, traiçoeira
e escondida aguardando meus desejos.
Carrego em meu peito
uma naja enrolada,
do lado esquerdo ela me prende,
do outro ela me abraça.
Controlando-a
a cada dia que se passa,
não deixando seu veneno
ultrapassar minha couraça.
E vou mantendo esta serpente...
não deixando o seu veneno se
destilar em minha mente.
Morta

Sinto-me morta
nesta cruz que me suporta!
Nem mesmo eu sei o que mais me importa!
Se é a tua ausência, ou se é a tua volta!
Neste meu recinto de segredos e labirintos,
vou deixando a máscara cair.
Não sei se finjo estar triste,
ou se finjo estar feliz.
Neste meu neutro estado de ser,
não sei mais o que sentir.
Sinto-me morta
diante destas horas tortas,
enforcada em uma corda,
sufocada, em coma,
imóvel e sórdida.
Neste meu sepulcro,
coloco minha vida...
decoro-o com letras
e algumas notas de melodia
para aliviar-me desta morte
que me mata a cada dia.
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