Eu sempre acordo pra brigar,
E sei aonde vou chegar;
A gente sabe o que viveu!
(Vou encontrar a saída)
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
terça-feira, 23 de outubro de 2012
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Olhe Ao Redor
Clube de junkies
É a minha natureza
Amor sob medida
É a nomenclatura
Rejeite
A confusão em massa
Pé na estrada
Porque vamos continuar viajando
Duplique minha diversão
Duplique minha visão
Um olhar minucioso
Em minha última decisão
Agitação aqui
Agitação ali
Agite-me, vagabunda
E é melhor você ficar esperta
É emocional
E eu te disse isso
Mas você tinha que saber
Então eu te disse
Uma caminha traquila
Até o horizonte
Um grande acidente
Que ninguém morre
Essa é para os camaradas em Fayetteville
Irá dar certo se você acretidar
Olhe ao redor
Olhe ao redor
Olhe ao redor
Tudo ao redor
Tudo ao redor
Tudo ao redor
Olhe ao redor
Olhe ao redor
Olhe ao redor
Tudo ao redor
Tudo ao redor
É emocional
E eu te disse isso
Mas você tinha que saber
Então eu te disse
Por favor não me olhe diretamente assim
É de quebrar o coração
Quando você faz isso comigo
Vida nas ruas
Pela minha janela
A briza da cidade
Vai colidir com a minha pele
Um monte de palavras
Em uma velha parede de tijolos
Roubando vários bancos
Tem pedigree
Coloco meu parafuso
Na sua broca
Corremos por aí como se não estivéssemos nem aí
Quando me sinto insignificante e estou
Atingindo uma parede
Quero sentir tudo isso ao redor
Outro Lado
Por quanto tempo vou deslizar?
Eu saio de mim, eu não,
Eu não acredito que seja ruim
Cortar minha garganta
É tudo o que eu sempre...
Ouvi sua voz numa fotografia
Eu imaginei, e ela trouxe o passado de volta
Uma vez que você sabe, não há como voltar
Preciso levar para o outro lado
Séculos são o que me é destinado
Um cemitério onde me casei com o mar
Coisas mais estranhas nunca me fizeram mudar de ideia
Preciso levar para o outro lado
Levar para o outro lado
Levar, levar...
Levar, levar...
Despejo minha vida em um copo de papel
O cinzeiro está cheio e estou contando tudo
Ela quer saber se ainda sou um vagabundo
Preciso levar para o outro lado
Uma estrela escarlate está em minha cama
Uma candidata para minha alma-gêmea sangrou
Puxe o gatilho e puxe o fio
Preciso levar para o outro lado
Levar para o outro lado
Levar, levar...
Levar, levar...
Me excite, me leve para dar um passeio da pesada
Me queime e me deixe do outro lado
Eu grito e digo que
Ele não é meu amigo
Eu o destruo, eu o destruo
E então nasce de novo
Por quanto tempo vou deslizar?
Cortar minha garganta
É tudo o que eu sempre tive.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Eu quero apenas sentir o gosto do teu sangue
Eu sinto que não posso mais esperar
Eu necessito apenas do seu sangue
Ah meu pequenino fique em paz
Não vou lhe fazer nenhum mal
Só quero sentir esse sangue de menino mal
Eu sei que você quer
Então se entregue e deixe tudo no meu comando
Deixe - me acabar com sua dor e sofrimento
Se entregue e ti farei a pessoa mais feliz do mundo
Eu quero lhe trazer para a escuridão
E fazer de você meu escravo das trevas
Vamos!!!
De qualquer modo vamos arder no inferno
Então vamos aproveitar em quanto é tempo
Eu só quero fazer de você o meu escravo.
SEM MIM
SEM MIM

Deixou-me como flor sem vaso,
Espaço vago...
Arco-íris sem cor
Barco naufragado.
Deixou-me...
Assim, sem uma estrada...
Como um pássaro sem asas...
Chão sem terra,
Lago sem águas.
Deixou-me como ilha desolada
Céu sem estrelas,
Andarilho sem morada,
Palhaço sem palco...
Noites sem madrugadas.
Deixou-me assim...
Com sua porta fechada,
Como um fantasma...
Que ronda em forma de versos
Sem mim...
Sem nada.

Deixou-me como flor sem vaso,
Espaço vago...
Arco-íris sem cor
Barco naufragado.
Deixou-me...
Assim, sem uma estrada...
Como um pássaro sem asas...
Chão sem terra,
Lago sem águas.
Deixou-me como ilha desolada
Céu sem estrelas,
Andarilho sem morada,
Palhaço sem palco...
Noites sem madrugadas.
Deixou-me assim...
Com sua porta fechada,
Como um fantasma...
Que ronda em forma de versos
Sem mim...
Sem nada.
O Caminho do esquecimento
O Caminho do esquecimento

Doce e amargo é o esquecimento
Um caminho de roseiras com espinhos
Onde se caminha em passos lentos.
Longo é o sacrifício!
De quem almeja este sentimento.
Esquecimento!
É como tentar apagar estrelas
Neste imenso firmamento
É lançar aos quatro cantos do vento
A saudade e as recordações
Dos mais belos momentos.
O caminho do esquecimento é longo...
Para os que partem em busca de um alento.
É tormento e solidão,
É fuga sem um limite,
Um deserto em amplidão.
Esquecer é matar ou morrer,
Tentativas inconstantes
Dentro de um ser...
É correr contra o tempo,
É tentar sobreviver.
Esquecimento!
É lutar sem armas
Defender-se em julgamento,
Aprisionar-se sem juízo,
Senti-se indefeso.
O caminho do esquecimento é imenso
Como um oceano,
Naufragar em suas águas
É afogar-se em desencantos.
É esperança que se espera o tempo todo
Um caminho cheio de encruzilhadas,
Uma montanha que se escala até o topo.
Leni Martins

Doce e amargo é o esquecimento
Um caminho de roseiras com espinhos
Onde se caminha em passos lentos.
Longo é o sacrifício!
De quem almeja este sentimento.
Esquecimento!
É como tentar apagar estrelas
Neste imenso firmamento
É lançar aos quatro cantos do vento
A saudade e as recordações
Dos mais belos momentos.
O caminho do esquecimento é longo...
Para os que partem em busca de um alento.
É tormento e solidão,
É fuga sem um limite,
Um deserto em amplidão.
Esquecer é matar ou morrer,
Tentativas inconstantes
Dentro de um ser...
É correr contra o tempo,
É tentar sobreviver.
Esquecimento!
É lutar sem armas
Defender-se em julgamento,
Aprisionar-se sem juízo,
Senti-se indefeso.
O caminho do esquecimento é imenso
Como um oceano,
Naufragar em suas águas
É afogar-se em desencantos.
É esperança que se espera o tempo todo
Um caminho cheio de encruzilhadas,
Uma montanha que se escala até o topo.
Leni Martins
O Teu Silencio
O Teu Silencio

Corta-me o teu silêncio,
No meio do meu peito...
Como navalha amolada
Cortando aos poucos...
Cruel e gelada.
O teu silêncio me apaga
A única chama que me resta
A única luz que me arrebata
Um silêncio que me cala...
Que me amarra e sufoca
Na forca dos incompreendidos,
No nó que me enrosca.
O teu silêncio queima-me
Com febre de não te ouvir,
Arde como brasa dentro de mim,
Teu silêncio é como fogo
a me consumir.
E nas chamas deste teu silêncio
Resta-me falar por ti...

Corta-me o teu silêncio,
No meio do meu peito...
Como navalha amolada
Cortando aos poucos...
Cruel e gelada.
O teu silêncio me apaga
A única chama que me resta
A única luz que me arrebata
Um silêncio que me cala...
Que me amarra e sufoca
Na forca dos incompreendidos,
No nó que me enrosca.
O teu silêncio queima-me
Com febre de não te ouvir,
Arde como brasa dentro de mim,
Teu silêncio é como fogo
a me consumir.
E nas chamas deste teu silêncio
Resta-me falar por ti...
Solidão é...
Solidão
é...

Solidão é espaço vago no coração,
não tem fundo, nos afunda no abismo
da escuridão, é vazio cheio de despeito,
um buraco no peito, um deserto de amplidão.
Solidão é um silêncio medonho,
do tamanho do próprio ser, que enche
a alma muitas vezes sem um porquê.
Solidão é como um barco naufragado,
sem um porto para ancorar, que vagueia
sem rumo, perdido em alto mar.
Solidão é caminhar conversando com
própria sombra refletida, e na loucura
de cada passo saber que esta sombra
tem vida.
Solidão é chuva fina em dias de frio,
é observar da vidraça os pingos caindo
até se formarem um rio.
Solidão não tem chão,
não tem fundo,
é buraco profundo
criado no coração.
Solidão é flor sem perfume,
céu sem mar,
mar sem ondas,
noite sem luar,
é rastro desmanchado pelo vento
de um pássaro que já não pode
mais voar.

Solidão é espaço vago no coração,
não tem fundo, nos afunda no abismo
da escuridão, é vazio cheio de despeito,
um buraco no peito, um deserto de amplidão.
Solidão é um silêncio medonho,
do tamanho do próprio ser, que enche
a alma muitas vezes sem um porquê.
Solidão é como um barco naufragado,
sem um porto para ancorar, que vagueia
sem rumo, perdido em alto mar.
Solidão é caminhar conversando com
própria sombra refletida, e na loucura
de cada passo saber que esta sombra
tem vida.
Solidão é chuva fina em dias de frio,
é observar da vidraça os pingos caindo
até se formarem um rio.
Solidão não tem chão,
não tem fundo,
é buraco profundo
criado no coração.
Solidão é flor sem perfume,
céu sem mar,
mar sem ondas,
noite sem luar,
é rastro desmanchado pelo vento
de um pássaro que já não pode
mais voar.
Entre o amor e o ódio
Entre o
amor e o ódio

Entre o amor e o ódio
meu mórbido ser,
desfalecido e quase morto,
ainda luta pra viver
Metade luz,
a outra escuridão,
unidas em um só corpo,
em um mesmo coração.
Vida e morte...
Que guerrilham pra vencer,
O amor pela esperança,
O ódio é pra esquecer.
Se misturassem as duas partes,
uma sombra nasceria
e a paz tão esperada finalmente
eu encontraria.

Entre o amor e o ódio
meu mórbido ser,
desfalecido e quase morto,
ainda luta pra viver
Metade luz,
a outra escuridão,
unidas em um só corpo,
em um mesmo coração.
Vida e morte...
Que guerrilham pra vencer,
O amor pela esperança,
O ódio é pra esquecer.
Se misturassem as duas partes,
uma sombra nasceria
e a paz tão esperada finalmente
eu encontraria.
Desconhecida
Desconhecida

Não reconheço meu olhar...
Que há muito tempo se perdeu,
Nas curvas de uma estrada...
Nas encruzilhadas do meu eu.
Desconheço-me
Diante deste espelho...
Face de alguém oprimido,
Face de alguém em desespero.
Não me reconheço mais, me esqueço,
Sinto-me só...
Um espantalho da meia noite
Um punhado de pó.
Um ser omisso, sem voz.
Que não amanheceu com
A luz frouxa do nascer do sol.
Eu anoiteci, me esqueci...
Guardando-me para as estrelas
Não me reconheço mais...
Sou o fantasma da lua cheia.

Não reconheço meu olhar...
Que há muito tempo se perdeu,
Nas curvas de uma estrada...
Nas encruzilhadas do meu eu.
Desconheço-me
Diante deste espelho...
Face de alguém oprimido,
Face de alguém em desespero.
Não me reconheço mais, me esqueço,
Sinto-me só...
Um espantalho da meia noite
Um punhado de pó.
Um ser omisso, sem voz.
Que não amanheceu com
A luz frouxa do nascer do sol.
Eu anoiteci, me esqueci...
Guardando-me para as estrelas
Não me reconheço mais...
Sou o fantasma da lua cheia.
Calafrios
Calafrios

Transpiro de pavor, o medo me percorre a espinha...
Alastrando-se dentro de mim o calafrio que me habita.
Faz frio aqui dentro...
Pedra de gelo...
Holocausto e fobia.
Rezo um terço, rogo ave-maria
Com as mãos tremulas segurando as contas frias,
Dedilhando em cada prece, suando frio,
Clamando pela luz divina.
Calafrios...
Que me percorrem a espinha,
Pelas preces não ouvidas,
Querem calar meus lábios,
Secar minha boca fria.
O terror me imobiliza,
Imóvel eu fico buscando uma saída
Olhos paralisados no tempo
Lágrima congelada e aflita.
Choro sangue por dentro
Que me escorre pelas vísceras
A dor que emana em mim é cruel e ímpia.
Calafrios...
O Pai da Luz te excomunga
Para que a fé sobreviva...
Neste peito congelado
Que ainda resta vida.

Transpiro de pavor, o medo me percorre a espinha...
Alastrando-se dentro de mim o calafrio que me habita.
Faz frio aqui dentro...
Pedra de gelo...
Holocausto e fobia.
Rezo um terço, rogo ave-maria
Com as mãos tremulas segurando as contas frias,
Dedilhando em cada prece, suando frio,
Clamando pela luz divina.
Calafrios...
Que me percorrem a espinha,
Pelas preces não ouvidas,
Querem calar meus lábios,
Secar minha boca fria.
O terror me imobiliza,
Imóvel eu fico buscando uma saída
Olhos paralisados no tempo
Lágrima congelada e aflita.
Choro sangue por dentro
Que me escorre pelas vísceras
A dor que emana em mim é cruel e ímpia.
Calafrios...
O Pai da Luz te excomunga
Para que a fé sobreviva...
Neste peito congelado
Que ainda resta vida.
Cristal Polido

Quebre o cristal polido...
Neste meu peito de vidro,
Apague dos meus sentidos
A imagem do teu sorriso...
E leve contigo a miragem
O pó do meu castigo,
O deserto dos meus sonhos
E o meu tempo perdido.
Derrame sobre ti a taça de vinho
Do brinde não vivido,
Dos desejos Escondidos...
Lave tua alma com meu sangue escorrido
E vista o capuz...
Dos fingidos
Da soberba
Dos omissos
E prossiga em silêncio
no meu calar submisso,
que se esvai com o passar do tempo
deixando os teus vestígios.
Serpente
Serpente

Carrego em minha boca
o veneno da serpente,
que me escorre pela garganta
acumulado entre os dentes.
Tenho nas entranhas um misto de
sentimentos, a ira da víbora
que desliza em segredos, traiçoeira
e escondida aguardando meus desejos.
Carrego em meu peito
uma naja enrolada,
do lado esquerdo ela me prende,
do outro ela me abraça.
Controlando-a
a cada dia que se passa,
não deixando seu veneno
ultrapassar minha couraça.
E vou mantendo esta serpente...
não deixando o seu veneno se
destilar em minha mente.

Carrego em minha boca
o veneno da serpente,
que me escorre pela garganta
acumulado entre os dentes.
Tenho nas entranhas um misto de
sentimentos, a ira da víbora
que desliza em segredos, traiçoeira
e escondida aguardando meus desejos.
Carrego em meu peito
uma naja enrolada,
do lado esquerdo ela me prende,
do outro ela me abraça.
Controlando-a
a cada dia que se passa,
não deixando seu veneno
ultrapassar minha couraça.
E vou mantendo esta serpente...
não deixando o seu veneno se
destilar em minha mente.
Morta

Sinto-me morta
nesta cruz que me suporta!
Nem mesmo eu sei o que mais me importa!
Se é a tua ausência, ou se é a tua volta!
Neste meu recinto de segredos e labirintos,
vou deixando a máscara cair.
Não sei se finjo estar triste,
ou se finjo estar feliz.
Neste meu neutro estado de ser,
não sei mais o que sentir.
Sinto-me morta
diante destas horas tortas,
enforcada em uma corda,
sufocada, em coma,
imóvel e sórdida.
Neste meu sepulcro,
coloco minha vida...
decoro-o com letras
e algumas notas de melodia
para aliviar-me desta morte
que me mata a cada dia.
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
deixar
Só vou deixar de te adorar quando um pintor conseguir transpor em um quadro o som dessa lágrima que agora cai.
Te amo
Te Amo, não somente pelo que és, mas pelo que sou quando estou contigo!
Te Amo, porque puseste a mão pela minha alma e passaste por debaixo de
minhas fraquezas e com teu Amor fizeste sair à luz toda a beleza que
ninguém antes de Ti conseguiu encontrar !!!
felicidade
Fui ver o que era felicidade no dicionário, mas a definição estava errada. Deveria constar o seu nome
escolhas
avida e feita de escolhas esao esas escolhas que voce faz que vao diser quem voce e se voce e do bem ou do mal,uma escolha erada sua pode te condenar muitas coisas entao cuidado com que voce pensa e faz
eu amo
as pessoas que eu amo deixoas livres se elas votarem foi porque as conquistei,se nao voltarem foi porque nunca as tive de verdade
domingo, 16 de setembro de 2012
por cauza
terça-feira, 11 de setembro de 2012
MORTOS
Tomemos cuidado
Estamos mortos
Frios
Escuros
Vazios
Cadáveres em putrefação
O coração nos foi retirado
No lugar da verdade
Mentiras foram contadas
Durante o dia vagamos
A noite morremos
O tédio
A correria
São os mesmos
Porém mais cansativos
A vida já nos foi retirada
A muito mais tempo que pensamos
Estamos vivos por fora
E em decomposição por dentro
POEMAS GÓTICOS PARTIR
Fique comigo !
Não posso suportar .
Partirei agora .
Porém tenho que falar .
A agonia de te ver .
E não te ter .
Meu coração ,
Ficou no estado , em que você o deixou .
Partido eternamente .
Como , eternamente ,
Ficarei sem você .
Teu abraço .
Teu cheiro .
Teu beijo .
Que tanto desejei .
E você nunca me concedeu .
Não chores .
Pois não esperava
Que o fizesses
Agora , simplesmente ,
Eu vou .
Me libertar .
E o descanso , eterno ,
Alcançar .
MUDANÇA
O sol que uma vez e fez bem
Agora me queima como fogo
A noite que um dia me fez mal
Hoje , me parece muito mais atrativa
Do doce para o amargo
Do quente para o frio
De covarde a valente
Foi isso o que me tornei
No momento em que deixei
Meu demônio sair
PARTIR
Fique comigo !
Não posso suportar .
Partirei agora .
Porém tenho que falar .
A agonia de te ver .
E não te ter .
Meu coração ,
Ficou no estado , em que você o deixou .
Partido eternamente .
Como , eternamente ,
Ficarei sem você .
Teu abraço .
Teu cheiro .
Teu beijo .
Que tanto desejei .
E você nunca me concedeu .
Não chores .
Pois não esperava
Que o fizesses
Agora , simplesmente ,
Eu vou .
Me libertar .
E o descanso , eterno ,
Alcançar .
PESADELO
Encontro-me perdida .
Um pesadelo sem fim .
Que tomou conta de mim .
O medo constante ,
Em meu ser .
A angustia .
A dor .
O grito .
A respiração entrecortada .
A correria constante .
Quero acordar !
Não consigo .
Ele está tão perto .
Que posso senti-lo , em minhas veias .
Cara a cara com ele
Não posso suportar .
Caio .
Choro .
Ele ajoelha .
Retira o capuz .
O ser mais lindo que já vi .
Meu doce amado voltou .
Me tirando dali .
BOCA FECHADA
Não direi:
Que o silêncio me sufoca e amordaça.
Calado estou, calado ficarei,
Pois que a língua que falo é de outra raça.
Palavras consumidas se acumulam,
Se represam, cisterna de águas mortas,
Ácidas mágoas em limos transformadas,
Vaza de fundo em que há raízes tortas.
Não direi:
Que nem sequer o esforço de as dizer merecem,
Palavras que não digam quanto sei
Neste retiro em que me não conhecem.
Nem só lodos se arrastam, nem só lamas,
Nem só animais bóiam, mortos, medos,
Túrgidos frutos em cachos se entrelaçam
No negro poço de onde sobem dedos.
Só direi,
Crispadamente recolhido e mudo,
Que quem se cala quando me calei
Não poderá morrer sem dizer tudo.
POEMAS GOTICOS MELANCOLIA
Tudo continua sombriamente igual .
A cidade dorme seu sono letárgico.
A chuva cala a duvidosa luz da lua.
O vento uiva , melancólico ,Como um grito agudo e invade a penumbra e domina os murmúrios.
No silêncio da noite , resta apenas o temor e o terror,Como a palidez do céu após uma tempestade.
Tudo é vazio .Nada além de um imenso tédio,uma solidão terrível.
Nem paixões,nem desejos!Apenas desespero!
A cidade dorme seu sono letárgico.
A chuva cala a duvidosa luz da lua.
O vento uiva , melancólico ,Como um grito agudo e invade a penumbra e domina os murmúrios.
No silêncio da noite , resta apenas o temor e o terror,Como a palidez do céu após uma tempestade.
Tudo é vazio .Nada além de um imenso tédio,uma solidão terrível.
Nem paixões,nem desejos!Apenas desespero!
TORMENTO
Quem me tirará deste tormento. Minha alma já não suporta mais. Não há salvação para minha pessoa. Estou perdida na escuridão , Na solidão. Já não há razão , Para viver em vão. Quero descansar Mas não tenho ninguém , A quem possa confiar , Minha alma atormentada.
MORRER
Trancada em uma caixa .
Perdida em meu mundo .
Só me sufocando mais e mais .
Estou morrendo mais .
Em um quarto escuro .
Em um cubo negro .
Vou me perdendo na solidão .
Vou me escondendo na escuridão .
Estou perdendo a noção .
Já não posso viver em vão .
É a grande a tentação
De morrer de dor .
Meus grandes delírios .
Minhas enormes dores .
Meu incrível tormento .
E meus grandes sofrimentos .
Vão morrer em mim !
O FIM
Noite escura ,
Vazia
E fria .
Os corvos cantam a chegada da morte .
As corujas murmuram a chegada da morte .
O meu sangue esfria ,
Congela .
Meu fim está chegando .
O momento de adormecer está perto .
Agora , eu fui ,
Para nunca mais voltar .
AMOR NÃO
O amor não! Ouça, você miseráveis filhos de barro! A coroa alegre da esperança é tecida com flores de barro! Coisas que são feitas à decadência e desaparecem, Embora tenham florescido por algumas horas. O amor não. O amor não! O que você ama você pode alterar: Os lábios rosados podem parar de sorrir, O desejo dos seus olhos podem tornar-se um olhar frio, O coração ainda bate, sem saber a verdade. O amor não.
O amor não! Bem o que você ama pode morrer, Podem desaparecer na terra da felicidade, Nas estrelas em silêncio, o céu azul brilha sobre a sua sepultura, como seu nascimento. O amor não. O amor não! Um aviso entregue em vão Que, nestes tempos, como nos anos que se passaram, O amante desenha um coração sobre o rosto amado, Impecável, imortal, até você mudar ou morrer. O amor não.
SERES GÓTICOS

Somos seres de sentimentos escuros Fantasmas noturnos que choram Pela tristeza que nos devora.Nos pensamentos obscuros Nossas almas melancolicas Vagam pela noite sombria Em busca de alegria Ilusoria Perdida nas sombras exóticas. Vida destruida por desilusões…Por Favor não tenha medo De uma alma que é triste E amaldiçoada. Trajando quase sempre Luto somos o estranho fruto Do mundo Feliz que não existe.
INGRATIDAO
Justamente agora quando mais preciso vai durar?
Permanecer sem sentido sem razão e sem motivo.
Existir sem viver, respirar, sem você não ha nada restante.
Precisar e não ter
Sentimentos adormecidos esperando
Um momento para superar o que é difícil, voltar a viver.
Enquanto isso eu aguardo como eu me fiz prometer, para curar as feridas que você abriu quando me fez sofrer.
Relembrei os instantes em que quase pude não temer.
Hesitei ao notar que me entreguei pra ti e você não quis
A solidão me transformou em nada, me derrubou exatamente no momento que finalmente me achava.
Corri e ignorei a mim mesmo, pois sabia que me faria voltar.
Arrastar-me ao seu redor novamente algo que nunca saberei explicar.
Justamente agora quando mais preciso eu desfaleço.
Ao encontrar o fim achei a cura junto ao meu pior castigo
Não ha ninguém para me salvar de mim mesmo
Você se desmascarou e levou junto o sentido da vida.
Tomou de mim a felicidade e me empurrou pra uma escuridão tão forte que não pude ver o que é real.
Porque meu real se junta à fantasia, cada vez que amo.
Esta realidade me jogou lá no fundo daquele abismo chamado traição.
Olhos fechados, gritos solitários, dentro daquele pesadelo.
Ingrato.
Pesadelo chamado mundo real, sobrenome desleal, codinome fatal.
Nunca serei teu, mundo marginal, com pintura angelical.
Se na escuridão me refugio, é para sair dela, sem artifícios
Escuramente “puro, mas mais claro, e salvo da tua ingratidão”
FRUTO NEGRO
Sou o fruto das trevasSou o filho da noiteSou veneno que corrompePraga que amaldiçoaNão me instigue a lhe fazer carinhosNão me tente a lhe dar amorPois sou ilusãoUma estrela obscuraVagando em busca de luz no desespero do limboMinha alma impura e corrompidaJaz nas profundezas de um lago sombrioOnde nem a pura luz atreve-se a entrarMeu âmago vazio luta incansavelmentePara retirar suas correntesAnsiando o dia em que seus pedaços se juntemPara poder ganhar a liberdade.
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
DONO DA NOITE
Sem emoção
E sentimento.
Andando pela noite
À luz do luar.
Vestindo negro ,
Escuridão .
É aquele homem pálido
E encantador .
É o sedutor .
De muitos amores ,
De poucos amigos .
Sozinho , solitário ,
Sem ninguém ao seu lado .
É assim que ele vaga pela noite.
É assim que ele vive.
E de que podemos chamá-lo ?
Só uma palavra pode defini-lo .
Vampiro .
É seu nome ,
E sobrenome .
PESADELO
Minhas lágrimas ,São sangue .Minha dor ,É o vazio .Meu medo ,É a perda .Meus sonhos ,São um mistério .E eu sou ,Seu pesadelo .
QUANDO A HORA CHEGA
Noite calma ,
Silenciosa ,Escura ,
Fria .
O silêncio presente
É angustiante ,
É agonizante ,
É perturbador .
Ensurdecedora ,
É como a noite fica .
Quando chega a hora ,
O momento .
De partir ,
Adormecer .
De parar ,
Descansar .
Quando a hora chegar !
RENEGADO
Dia escuro
Noite vazia
O momento agora ,
É descansar
A vontade agora ,
É desaparecer
Nem o sofrimento é o mesmo
Nem a angustia é a mesma
A eternidade é cansativa
É tediosa
Mas nem me libertar eu posso
Nem morrer eu posso
Como viver ?
Se a vida me renegou
O que de mais bela há nela !
O amor !
BUSCAR
Andarei mundo afora .
Vagarei mundo afora .
Partirei mundo afora .
Sairei mundo afora .
Não importa o termo ,
A palavra ,
A frase .
O significado é único .
Irei atrás do meu destino .
Vagarei mundo afora .
Partirei mundo afora .
Sairei mundo afora .
Não importa o termo ,
A palavra ,
A frase .
O significado é único .
Irei atrás do meu destino .
SAIR
Dia cinza ,
Cansativo .
Nos tornamos
Simples robôs .
Vontades ,
Desejos ,
Escolhas ,
Respostas ,
Perguntas .
Tudo é rotina .
Tudo é programado .
Ficamos acomodados .
A monotonia predominou .
Mas , a única vontade que tenho .
É desaparecer ,
Sumir .
Para sempre !
Cansativo .
Nos tornamos
Simples robôs .
Vontades ,
Desejos ,
Escolhas ,
Respostas ,
Perguntas .
Tudo é rotina .
Tudo é programado .
Ficamos acomodados .
A monotonia predominou .
Mas , a única vontade que tenho .
É desaparecer ,
Sumir .
Para sempre !
SEM ESCOLHA
Dormiremos hoje
Para acordar amanhã .
Partiremos hoje
Para simplesmente descansar .
E assim
Vão se os dias
Chegam as noites .
Porém ,
Algo novo acontecerá .
Um novo momento .
Uma nova fase .
Lembraremos
Dos dias inesquecíveis .
Dos fantasmas
Presentes em nossa memória .
Mas , a rotina
É cansativa .
O descanso
É atrativo .
Será que devo partir ?
Ou ficar ?
São perguntas sem respostas .
Porque o momento
É único .
E a escolha
Não nos é dada !
PASSADO
“Você guarda as respostas em sua própria menteConscientemente você as esqueceuEssa é a forma como a mente humana funcionaSempre que algo é muito desagradávelOu muito vergonhoso para suportarmosNós rejeitamos issoNós apagamos isso da nossa memóriaMas a marca está sempre lá”
DORMIR
Embalsamador suave da meia-noite rígida fecha com dedos cuidadosos nossos olhos ansiosos que se escondem da luz, envolto nas sombras de um céu esquecido oh doce sonho, por favor, fechar, no meio da sua música, os olhos de meu desejo, ou esperando o ‘Amém’ para o seu descanço
derrame na minha cama os dons de sua canção de ninar. Livra-me, então, ou o dia em que ele estaver de volta para iluminar o meu travesseiro, criação de aflições; livra-me da consciência, o que requer, curiosos, sua vontade no escuro, cavar como uma toupeira; virar suavemente, com a chave, fechaduras lubrificadas e lacre das urnas o sossego do meu espírito.
FALSO AMOR
Foi escrito, sim, tudo está quebrado Uma outra vez na cadeia fatal, E minha força para se recuperar dos meus esforços. Estava escrito: o céu me condena A escravidão sempre espera por sua vez, Eu obedientemente compareci, restabelecimento de laços Cada vez mais rígidos que me oprimem; Para o jogo de Amor fatal Das minha elevadas convulsões passadas.
Aqui estou eu! Eu sou sua! Sua vítima dócil! Eu sou sua! Aqui estou eu! Tudo o que posso! Seu capricho é a minha lei saciar a sua raiva… Mas sei, ó cruel!, Que não Adianta me enganar O sorriso falso hoje em dia não vai me alegrar
PESSOAS INDIFERENTES
Lá vai o povo indiferente aqueles que chamam suas próprias almas, lá pela estrada onde vaga como uma mente solitária e ociosa. Ah, o passado das ondas quebrando, mares que não posso cobrir com a minha alma, meu coração e meus sentidos o mundo infinito está se afogando. Sua loucura não tem corpo, sob o dia azul
oferecida a homens e mulheres doce exílio de seus espíritos. Lá, as flores não tem conforto; leste-oeste da terra está eternamente perdido o coração fora do peito. Aqui, pelo caminho trabalhoso de mãos vazias da seguinte forma: Até a manhã trágica ver os restos da minha própria esperança.
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