Lá vai o povo indiferente aqueles que chamam suas próprias almas, lá pela estrada onde vaga como uma mente solitária e ociosa. Ah, o passado das ondas quebrando, mares que não posso cobrir com a minha alma, meu coração e meus sentidos o mundo infinito está se afogando. Sua loucura não tem corpo, sob o dia azul
oferecida a homens e mulheres doce exílio de seus espíritos. Lá, as flores não tem conforto; leste-oeste da terra está eternamente perdido o coração fora do peito. Aqui, pelo caminho trabalhoso de mãos vazias da seguinte forma: Até a manhã trágica ver os restos da minha própria esperança.
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
PESSOAS INDIFERENTES
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