quinta-feira, 23 de agosto de 2012

CASA DO FANTASMA

fortos goticos
Hábito, eu sei, em uma casa solitária Eles desapareceram por muitos razões, Exceto para as paredes do porão,não deixaram rastro, Exceto para Paredes que se dobra a luz do dia, Onde os morangos silvestres se arrastam. Em cercas escondidas minha vida arruinada A floresta, retornando para o campo fértil; A árvore do jardim cresceu como uma floresta Retalhos, onde o carpinteiro corta sua madeira; Cura para o caminho que se desce bem. Eu vivo com uma dor estranha no meu coração, Naquela casa vivo sem nehum sentido, Nessa estrada perdida e esquecida, Nem mesmo um refúgio para os lagartos. A noite chega, os morcegos ecoam com seus dardos; A coruja chega ao silêncio Os sons e agitação do céu Eu ouvi algo muito distante ouvi uma palavra a dizer, muitas vezes Antes que chegue nada, mas silêncio. É sob a pequena estrela do verão, leve Mas eu não sei nada sobre a multidão silenciosa Ele compartilha as sombras ao meu lado, As sombras escuras sob a árvore Sem dúvida, têm nomes escondidos no musgo. As pessoas estão inquietas, mas e lento e triste, Embora sejam dois, o mais próximo que eles são marido e mulher, Nenhum deles se atreve a cantar, E apesar de serem rodeados por solidão, Como companheiros doces permanecem aqui. 

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