CASA DO FANTASMA
Hábito, eu sei, em uma casa solitária Eles desapareceram por muitos razões, Exceto para as paredes do porão,não deixaram rastro, Exceto para Paredes que se dobra a luz do dia, Onde os morangos silvestres se arrastam. Em cercas escondidas minha vida arruinada A floresta, retornando para o campo fértil; A árvore do jardim cresceu como uma floresta Retalhos, onde o carpinteiro corta sua madeira; Cura para o caminho que se desce bem. Eu vivo com uma dor estranha no meu coração, Naquela casa vivo sem nehum sentido, Nessa estrada perdida e esquecida, Nem mesmo um refúgio para os lagartos. A noite chega, os morcegos ecoam com seus dardos; A coruja chega ao silêncio Os sons e agitação do céu Eu ouvi algo muito distante ouvi uma palavra a dizer, muitas vezes Antes que chegue nada, mas silêncio. É sob a pequena estrela do verão, leve Mas eu não sei nada sobre a multidão silenciosa Ele compartilha as sombras ao meu lado, As sombras escuras sob a árvore Sem dúvida, têm nomes escondidos no musgo. As pessoas estão inquietas, mas e lento e triste, Embora sejam dois, o mais próximo que eles são marido e mulher, Nenhum deles se atreve a cantar, E apesar de serem rodeados por solidão, Como companheiros doces permanecem aqui.
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