Neste momento que não é esquecido, O vazio retornou das sombras Tão vazio que foi rejeitado pelos relógios, Desta vez, pobre da minha ternura Nua,Nua com asas de Sangue Sem olhos para lembrar ansiedades da idade, Sem lábios para recolher o suco de violência perdido na canção das torres de gelo. Ampárala com sua alma cega de menino Coloque o seu cabelo fosco pelo fogo; Abraço a pequena estátua do terror. Apontar o mundo conturbado em seus pés Morrer em seus pés, onde as andorinhas Tremendo de medo sobre o futuro. Diga-lhe que a brisa do mar Umedeça as únicas palavras No vale a pena viver. Mas que o suor instantâneo a todos, Aninhado na caverna do destino Sem mãos para sempre, Sem mãos para dar borboletas A uma criança morta.
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
ESPERANÇA PERDIDA
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