pétalas mortas de rosas aos meus pés Como o coração da minha existência Entre a chuva que molha o meu corpo Eu sinto o tormento da minha dor Banhar meu rosto Embora confuso com as minhas lágrimas Entre pétalas de rosas murchas Esse tipo de indústria que mantém A flor do buquê de flores que é minha vida Mas nas minhas mãos É um galho quebrado pelo tempo Seco para as memórias E secou a minha própria existência Eu me ajoelho e choro Não! Não! Não é o que eu quero Não é o que eu quero Entre a chuva Só quero esquecer Que em algum momento Da minha vida Alguém me deu a oportunidade Para ser feliz ………
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