
Quebre o cristal polido...
Neste meu peito de vidro,
Apague dos meus sentidos
A imagem do teu sorriso...
E leve contigo a miragem
O pó do meu castigo,
O deserto dos meus sonhos
E o meu tempo perdido.
Derrame sobre ti a taça de vinho
Do brinde não vivido,
Dos desejos Escondidos...
Lave tua alma com meu sangue escorrido
E vista o capuz...
Dos fingidos
Da soberba
Dos omissos
E prossiga em silêncio
no meu calar submisso,
que se esvai com o passar do tempo
deixando os teus vestígios.
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