quarta-feira, 6 de junho de 2012

Sementes da Perdição

Sementes ruídas no tempo deixadas para traz sem nenhum cuidado,
Sem nenhum carinho do próximo,
Saberei como cuidar delas assim que aprender a cuidar de mim,
Pois este mim esta ligada inteiramente a elas...

As plantarei e as colherei com todo a meu carinho,
Que foi deixado de lado com o tempo que se passou,
Irei assim dar um lar a elas que não tinham nem casa,
Irei alimenta-las e fortalece-las para o bem de toda uma nação de invejosos que as abandonaram...

E deste meu ardo trabalho em fim brotara o fruto,
Aquele maldito fruto que baniu Eva e Adão do paraíso,
Sim irei banir todos deste maravilhoso paraíso,
Como a cobra o fez um certo dia àqueles que a irritaram...

Deixarei assim para este velho mundo de banidos apenas restos mortais de minha carcaça podre,
E minhas histórias sabias para serem contadas a leu,
Para seres que nem mesmo a própria vida podem organizar,
E já querem sair assim para organizar o mundo que dizem ser de Deus...

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